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A variedade de métodos contraceptivos e a liberdade da escolha ideal


Os métodos contraceptivos atuais podem ser divididos em métodos de longa duração, hormonais e de barreira. Entre os mais eficazes estão os contraceptivos reversíveis de longa duração, conhecidos como LARCs, que incluem os dispositivos intrauterinos (DIUs) de cobre e hormonais, além do implante subdérmico. Esses métodos apresentam taxas de falha muito baixas porque não dependem do uso diário ou da lembrança da paciente, sendo considerados hoje uma das principais recomendações das sociedades médicas para mulheres que desejam uma contracepção segura e prolongada.


Os métodos hormonais incluem as pílulas anticoncepcionais, adesivos, anéis vaginais e injeções. Além de prevenir a gravidez, eles podem trazer benefícios como redução das cólicas menstruais, melhora da acne e controle do fluxo menstrual. A escolha do método deve ser individualizada, levando em consideração fatores como idade, histórico de saúde, presença de enxaqueca, tabagismo, risco cardiovascular e preferência da mulher. Atualmente, a tendência é priorizar uma decisão compartilhada entre médica e paciente, baseada em evidências científicas e nas necessidades de cada pessoa.


Já os métodos de barreira, como os preservativos masculino e feminino, continuam desempenhando papel fundamental na saúde sexual. Embora apresentem taxas de falha contraceptiva maiores quando comparados aos DIUs e implantes, são os únicos métodos capazes de reduzir significativamente o risco de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Por isso, as diretrizes mais recentes reforçam o conceito de dupla proteção: utilizar preservativo associado a um método contraceptivo de alta eficácia, garantindo simultaneamente prevenção da gravidez e proteção contra infecções.



 
 
 

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